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quarta-feira, março 13, 2013

spring










Don vs Don.

We always knew this was going to be a tough season. After last season's revelations and chases down the rabbit hole — LSD! Howard Johnson's! — Don Draper had reached a point. Suicide was in the air. A woman approached him in a bar, offering a return to his old ways. "Are you alone?"
The question was more than flirtatious. It was also existential. Because this is the beginning of Don Draper confronting himself.

That is no more true than in the just-released poster for season six, which could be called Don Draper/Dick Whitman, or just Draper v. Draper. Last season's poster of Don looking through a store window at mannequins made its meaning clear soon enough: The characters were trying on domesticity, or something like it, to see how it fit. Now Don will have to face his own identity.

The new poster makes this tension almost too plain — note that there are two one-way signs, suggesting Don has to make a decision he can't take back, and one light-suited and one dark-suited Don. Doubles! (Note also, irrelevantly, that a commercial airplane appears to be lifting off from the sixth floor of a Madison Avenue office building.) But the style of the illustration, done by 75-year-old Brian Sanders, one of series creator Matthew Weiner's real-life adman inspirations, is perfect. And luckily Mad Men has more nuance than the production design of Black Swan, so expect more than dueling black/white suit choices.

When the show comes back next month, Don's existential drama is likely to be spoon-fed, like every thread of Mad Men, deliberately, week by week, and with great care for the details.

pela Esquire.

onde é que eu ja vi isto.


Mirror's



Aren't you somethin' to admire, cause your shine is somethin' like a mirror
And I can't help but notice, you reflect in this heart of mine
If you ever feel alone and the glare makes me hard to find
Just know that I'm always parallell on the other side

Cause with your hand in my hand and a pocket full of soul
I can tell you there's no place we couldn't go
Just put your hand on the past, I'm here tryin' to pull you through
You just gotta be strong






By the way, se puderem, vejam o SNL que tornou o miudo um "five timer", muito bom! great stuff

terça-feira, março 12, 2013

treino de hoje. WOD

"Zeus"
Three rounds for time of:
30 Wall ball shots, 20 pound ball
75 pound Sumo deadlift high-pull, 30 reps
30 Box jump, 20" box
75 pound Push press, 30 reps
Row 30 calories
30 Push-ups
Body weight Back squat, 10 reps


segunda-feira, março 11, 2013

desemprego de amor.

O grande problema do amor é que dá muito trabalho e há muitas pessoas que até nisto querem antes um emprego. Um emprego onde não as chateiem muito, onde façam o que têm a fazer, onde não inventem coisas novas - isso não, com os diabos! - nada de ideias extra, nada de esforços suplementares, nada que os obrigue a ficar nem mais um minuto depois da hora de saída. Mas o amor não é um emprego e não tem toque de saída, porque não tem saída.
E é isto, desde logo, que o distingue de um emprego. Num emprego entra-se às 9 e sai-se às 5, no amor estamos em regime de internato. Não conheço ninguém que não ame 24 horas por dia e já o mesmo não digo a quem preferiu a via do emprego. A minha sábia avó quando parcas vezes lhe apresentei uma namorada, olhava para ela e dizia sempre em tom de resignada comiseração “Mal empregada filha, mal empregada!” Justamente por isto, por perceber que a miúda não iria ter ali um bom emprego, por olhar para mim como um banco que fecha às 5, quando sempre lhe disse que era uma loja extra avozinha (daquelas que não fecham às 2), urgências de hospital, esquadra de polícia.
O amor que dá trabalho está aberto 24 horas por dia, não fecha nunca, quando muito coloca na porta um “ Volto já” e volta mesmo. Pelo contrário, o emprego pode sair às 5 da tarde e já não voltar às 9 da manhã. Por isso se diz que há muito trabalho, mas pouco emprego. O amor que dá trabalho - que é deste que estamos a falar- é daquele trabalho duro que suja a roupa, onde tem de se usar um daqueles capacetes amarelos fluorescentes, daqueles óculos especiais que os ministros usam quando visitam minas ou  siderurgias nacionais. O emprego no amor, não usa  nada disto. Faz o trabalhinho, mas de preferência sem sujar os calções, de preferência sem partir as unhas. E é por isso, por o amor dar muito trabalho, que há tanta gente no desemprego. 
 Fernando Alvim
Humorista. Escreve à segunda-feira

obs: enviado pela Kate Moss.

segunda-feira, março 04, 2013




imperdivel, mil vezes imperdivel

episodios para a posteridade.

chame-se cliché, chame-se banal, chame-se o que se quiser.
Sabado á noite fomos sair um pouco, pelo caminho passamos pelo hospital onde um amigo estava á espera que "a miuda nascesse". Chegamos, ele desceu e ficamos á conversa enquanto fumavamos um cigarro. Hospital meio parado, aquele ambiente de serenidade trémula. Ela, lá em cima desde as 10, estava em trabalho de parto. Ele , á porta, la em cima, cá em baixo, um cigarro, dois cigarros.."pouco comi hoje". Ficamos á conversa, o telefone tocou, "olha, vai nascer daqui a pouco"...foi-se embora, subiu as escadas.
hoje ja são pais.

fico feliz por eles, que tenham toda a sorte do mundo. isto como se sabe, é tudo um passar de boas ou más vibrações, comunicações, sentimentos seja o que for.. é algo Bom que lhes desejo.
Parabens aos papás!
(nao posso revelar a historia deles, mas quem sabe se um dia nao tenho uma parecida)

Á noite, a ver um genérico assaltou-me esta musica do Carlos Mendes, 1972, eurovisao.
vejam o video por LX, onde ele passa no seu alfa descapotavel branco, Belém, e vao entre amigos passear pelo Tejo entre abraços e beijos.

fica a letra.

Que venha o sol o vinho as flores
Marés canções todas as cores
Guerras esquecidas por amores;
Que venham já trazendo abraços
Vistam sorrisos de palhaços
Esqueçam tristezas e cansaços;
Que tragam todos os festejos
E ninguém se esqueça de beijos
Que tragam prendas de alegria
E a festa dure até ser dia;
Que não se privem nas despesas
Afastem todas as tristezas
Pão vinho e rosas sobre as mesas;
Que tragam cobertores ou mantas
O vinho escorra pelas gargantas
E a festa dure até às tantas;
Que venham todos de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos!.


Sejas bem-vinda Francisca! 

sábado, março 02, 2013

sexta-feira, março 01, 2013

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