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terça-feira, março 13, 2012










obs: há nao muito tempo atrás, este blog tinha unica e exclusivamente , o "calor" como tema.

segunda-feira, março 12, 2012

SUPER sun glasses.

aviso á população.

aviso à população.

O Lobo deixou de caçar. Não estou para isso, não me interessa, nem quero saber seja do que for.

Não estou cansado, não tive maus dissabores, não me apetece.
Uma espécie de retiro de thriller e algo parecido.
Not Playing Anymore.


como se disse."Está aberta a época da Não Caça".


disse.

ideias. graças. visões. pensamentos. e um café para ajudar a manhã de segunda.








quinta-feira, março 08, 2012

brooklyn stuff.

Made In Brooklyn from Brooklyn Bridge Ventures on Vimeo.


tive pena de não ter conseguido ir até lá. na próxima não falho. (amazing stuff)

quarta-feira, março 07, 2012

terça-feira, março 06, 2012

gosto.


adoro uma mulher que se saiba tocar, que saiba ter aquele rosto de ordinária de bom gosto.

que saiba sentir o mar e dar aqueles abraços longos nas tardes de verão.

que saiba o que é...e não precise de se fazer de cordeiro.

jeff.

jeff Buckley é musica de regresso de Saturno.
isto é um statement do caraças pa!!

...creio que sim

...e os momentos que olhamos ao espelho depois de um hotel com carpetes, quando chegamos ao wc e pensamos no vazio do sentido de tudo aquilo. De no momento em que nos vimos os dois cada um sente lá longe algo inexplicavelmente privado..
fala-se disso, do amor proprio de desejo que nos é instigado, que nao podemos ter como pecado, que nos é proposto e que tanto desejamos.
..
..
sente-se o relogio a passar, o elevador a chegar, os passos em direcção á porta, os beijos dados de desejo louco. é ali.. naquele instante, como se o mundo acabasse que todos nos damos ao prazer, arde, sente-se, quere-se sentir o prazer e as maos pelo corpo.
quere-se caçar, somos todos caçadores, somos todos alguem que tem o ritmo certo com o nosso corpo. como se fossemos todos uns leopardos que andamos pela selva em busca da presa. queremos isso.desejamos isso. as roupas no chão, deixar o vazio do sentimento e o sentido do para sempre. Podemos pensar nisso quando estamos na praia e o sol está-se a por ao fundo, podemos querer isso quando todos os nossos amigos se casam ou fazem a vida.. mas todos temos essa doce vergonha de sermos"nós" a mandar nesta selva. Não creio que o façamos eternamente diariamente,mas todos gostamos de andar aí como se fossemos quem decide quem iremos devorar hoje á noite. está-nos no sangue, na musica, nos corpos que dançam e nas luzes. ..
quando falavam no fruto proibido, devem te-lo proibido porque nao nos iriamos controlar quando o devorassemos a primeira vez.


talvez o tic tac deva ser destruido quando o "maior" nos atingir no peito. será com a idade? quando o Ego for destruido?..
creio que por vezes grande males, levam a grandes remédios, e que a destruição pode muito bem ser uma forma de criação, resta saber fugir momentos após. Mas fugir de quem? de nós mesmos?... e os principios?..que importa lutar por algo, se lá dentro ha algo que nem o proprio controla?..aceitar?..seremos nós capazes disso bem como o nosso Ego?..seremos todos uns seres lascivos do proibido?..será culpa da sociologia que nos leva a caprichos de prazer instantaneo a ponto de nos viciar o corpo e a mente?..seremos todos doentes e descontrolados pois o corpo manda mesmo mais do que imaginamos?!..

nao sei.. juro que nao sei.
sou grato pelo que tenho.
se um dia tiver alguem, que me drogue e que me leve.
mas vou ter ca dentro este sentido, que no meio dessa viagem, terei sempre o meu lado lascivo. sem dependencias, mas sim de preencher por completo. até ao dia.

disse um "cabrão de primeira apanha", como me chamaram no outro dia.

varias.





Shame.

Shame. Vergonha. Hábito.Força.Cinzento. Opaco. Esmagador como a propria cidade.

Hoje quando vivemos em cidades meio loucas de velocidade e néons, chegamos a uma fase da historia onde cada dia que passa cada um anda mais fechado no seu habitat e nos seus habitos mais primários.
Temos passos pela cidade, carros a andar, ambulancias. Vozes ao fundo, temos roupas, temos o custo de tudo e nao temos o valor de nada. Só nós. É verdade. Sinto-me que sim. sim, sinto-me que sim mesmo. sinto-me como todos os predadores que existem nesta metropole. todos somos predadores de algo. Do habito a ter algo certo, que só temos desta forma, que queremos sempre mais"do produto".
Seja essa produto carne, droga, prazer, um cigarro, uma estrada.
Pequenos estranhos num metro, dois olhares, uma mão que toca na outra, alguem que foge do que mais quer. Hoje mais que nunca vivemos, ou caímos no "viver" na alegoria do escorpiao e do sapo... mesmo que nos mate, somos levados a isso. levados por nós mesmos,levados pela sociologia, pela psicanálise, pelo patrão que é um tarado fala barato,pelo vicio proprio do prazer.
Não sei o futuro, se viveremos um dia todos em pequenas aldeias, onde temos a nossa pre-destinada e ficaremos a vida a separar o trigo do joio. Se nos renderemos aos caprichos da carne a ponto de nos por contra os proprios principios. Que principios?...A Carne? o Sabor?..a honra?..O Belo?..
Talvez nunca haverá uma explicação para o capricho carnal, a sociedade é erotica, é bela, é perigosa, é isolada em cada um de nós e só voando para fora da metrópole teremos essa paz em nós mesmos?..
Possivelmente não, tal como o alcoolico que deixa a bebida por anos, terá sempre a tendencia para voltar. Tal como quem trai uma vez..irá trair mais mil vezes.
O filme é apenas uma metáfora de quem viu as ruas, conheceu as pessoas, de quem fez uma cidade incrivelmente bela,onde todos cabemos, onde todos andamos "running up that hill" de luzes foscas a 40 á hora numa cidade estonteante.
Acendi eu tambem um cigarro quando cheguei á rua. O filme está cá fora, nas nossas vidas e nas ruas. Se algum dia iremos fugir dessa vergonha ou de nós mesmos, duvido.
...dias consecutivos que se falam de essencias e "mudanças"..parece que engulo as proprias palavras ao sair deste filme.
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será que o sentido predador em cada um de nós nunca irá mudar?..será que um filho ou uma filha nos trarão a tal razao de ver e o centro do mundo em torno do qual devemos girar?.. quantos "comprometidos"com filhos tambem nao caçam apenas por caçar?..tantos.

Não é o trair o outro, é até que ponto somos nós capazes de nao nos entregarmos ao prazer rapido facil e egoista. Mas se sabe bem, é porque está correcto dizem..um teórico ou alguem parecido questionou porque sao as coisas que mais nos sabem bem que nos põem mais luzes difusas?..o ser humano é assim, o equilibrio virá do largar esses mesmos prazeres?..nada prova que um dia nao volte a tocar no"pecado".. auto-comiseração poderá ser pensado.. mas quando isso fere de morte quem mais queremos, quando toca no mais profundo afecto que temos, seremos nós dignos de tal capricho/desejo?

Não podemos ter o melhor de dois mundos, porque a dor e a vergonha está cá dentro.
não tem de ser o compromisso, pode ser um beliscão na nossa redoma de habitos e confortos que se toca, e explodimos. E saímos como loucos em busca de whisky's, pancada, sexo, droga...

ninguem nos disse que o Belo é algo que é bom, pois nao?!

nao há resposta. é humano o desejo. cerebral, fisico ou divino todos nós temos os nossos vicios que lá no fundo nos envergonham. porque se nao sentirmos nada assim, é porque nao é suficientemente bom.

disse.
com metade do que desejava ter dito.

sábado, março 03, 2012



de battre mon coeur s'arrete ?!

The Love Competition from Brent Hoff on Vimeo.


vale muito a pena.

Tenho dias que nao sinto falta de paixão, tenho outros que sim.

quinta-feira, março 01, 2012

chrysta



sabemos bem que é o mundo Lynchiano, e isto sao as "mountains falling" do mulholand drive (Badalamenti) ..
mas sao os loucos anos 90 e o glamour de veludo que está de volta.

acho que podia viver eternamente numa Los angeles destas...
ass: "hank moody" mode.

from south side with Love

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