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terça-feira, outubro 11, 2011

a ver..




bom mesmo era apaixonar-me por alguem.
alguem que me mostrasse um mundo novo, alguem que eu pudesse mostrar um mundo novo.
alguem para viajar.
alguem para dançar.
alguem para jantar fora.
alguem para rir.
alguem para abraçar.
alguem para ouvir musica.
alguem para encontrar ao final do dia.
alguem para encontrar ao final da noite.
alguem para encontrar ao inicio da manhã.
alguem que me desse um "boost" ao ritmo cardíaco.(aqui tá fodido)
alguem que eu confiasse (aqui é que tá fodido..)
alguem que me levasse a ser melhor pessoa.
alguem que combinasse 200% com as minhas meninas.

momento estupido pós almoço.

Movie vs Real Life.

domingo, outubro 09, 2011

and on.



sunday.











Elize from Jacques Magazine on Vimeo.



há 4/5 dias que não vejo Porno.

uma cidade qualquer.



sabem aquelas musicas que fazem um gajo sorrir?!..
sabem aquelas musicas que lembram cidades mágicas?
sabem aquelas musicas que lembram abraços e mãos dadas?
sabem aquelas musicas que lembram beijos?
sabem aquelas musicas que lembram noites a dançar?
sabem aquelas musicas que lembram gotas de chuva num jardim qualquer?
sabem aquelas musicas que lembram fotos perfeitas?
sabem aquelas musicas que lembram olhos bem fechados?
sabem aquelas musicas que lembram mil certezas?
sabem aquelas musicas que lembram mil sonhos?
sabem aquelas musicas que lembram mil dias a acreditar que tudo é possivel?..

single do ano, digo eu. parece que vem dar um peso (sentimento) aos descrentes por aí espalhados.

moi meme.

sábado, outubro 08, 2011

and on and on..










(s)alto







Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

isto é um sabado on duty.







no entanto...


"
Há quem persiga o poder, o dinheiro, ou a fama. Eu persigo a beleza. Não é uma escolha. É uma condenação. Sem beleza faleço. É um trabalho difícil, muitas vezes doloroso, cheio de reveses. Já passei dias com as mãos na garganta apavorado que ela não voltasse a visitar-me. É em vão que se tenta dizer em que consiste aquela poderosa presente ausência que oprime e agarra. Nunca está onde está, mas sempre um pouco mais longe, noutro sítio. Não são as cores, imagens, sons, nem sequer a suave pele de uma mulher que me encantam. É o que está para além disso e que isso chama. A beleza corre o permanente perigo de a qualquer momento se desfazer em nada. É, na verdade, por completo insustentável. Não se pode medir, calcular, torná-la obedientemente exacta. É impossível provar que existe. Daí a urgência, o coração a bater na boca.
A perseguição da beleza é uma corrida de obstáculos sem meta de chegada. Basta o som de uma voz para rasgar futuros. Basta uma mala fechada sobre uma cama por desfazer para abrir horizontes. Todos os cuidados são insuficientes. É um trabalho longo preenchido de mistérios. Se se procura controlar, escapa. Se se procura guardar, esvai-se entre os dedos. Tem de ser roubada com toda a rapidez e mantida no movimento que é só dela. Se se tenta parar, fixar, já não vale a pena. A beleza é a causa do espantoso medo que é perdê-la.
Não escolhi ser quem sou, este vício de que sou escravo. Já tentei ser tantos para escapar de mim e me desviar desta vida que me deram.
A beleza semeia o desejo e a desordem nas almas e nos corpos que anima.
Alimenta-se de uma liberdade particularmente virulenta. É impertinente. Não conhece regras. Vive da vida e de mais nada.
"

Pedro Paixão in "O Mundo é Tudo o que Acontece"

e o irónico são as palavras surgirem á frente dos olhos num piscar de olhos.

facto.


"
Um dia, quando a ternura for a única regra da manhã, acordarei entre os teus braços. A tua pele será talvez demasiado bela,e a luz compreenderá a impossível compreensão do amor.
Um dia, quando a chuva secar na memória, quando o inverno for tão distante, quando o frio responder devagar como a voz arrastada de um velho, estarei contigo e cantarão pássaros no parapeito da nossa janela. Sim, cantarão pássaros, haverá flores, mas nada disso será culpa minha, porque eu acordarei nos teus braços e não direi nem uma palavra, nem o príncipio de uma palavra, para não estragar a perfeição da felicidade.
"

José Luís Peixoto

O autor deste blog teme já nao acreditar nestas coisas que as palavras conseguem transpor para os sentidos.

segunda-feira, outubro 03, 2011

domingo, outubro 02, 2011

feeling.







padrão: "estrelas" meus amigos, não se esqueçam. quem as usa, é sinal a retêr.

terça-feira, setembro 27, 2011

domingo, setembro 25, 2011

sexta-feira, setembro 23, 2011

quinta-feira, setembro 22, 2011

dependencia. Portugal. uma ideia

Público

Sexta-feira 8 de Julho de 2011

Dependentes

"Estamos dependentes da União Europeia. Estamos dependentes da agência Moody's. Estamos dependentes do Banco Central Europeu. Estamos dependentes da Alemanha. E do FMI. Estamos até, com a lógica de um silogismo aristotélico, dependentes da Grécia.
Afonso Henriques foi o primeiro protoportuguês a perceber que não era bom Portugal ser dependente - por muito boas que fossem as potências de que dependíamos.
Custa ser-se independente e é doce e morno ser-se dependente. Fazemos de conta que estamos entre amigos. Só que, como a Moody's espertamente averigua, não somos suficientemente ricos para pagarmos aos mais ricos que nos emprestaram - e emprestarão - dinheiro.
A questão tem de ser posta ao contrário: se Portugal não pagar o que deve, sofrerão os bancos e países que apostaram que seriamos capazes de pagar o juro guloso que nos cobraram? Sofrerão pouco. É esse o rating que nos interessa e que ninguém se dá ao trabalho (porque não dá lucro) de calcular: quanto empobrecerão os bancos e países que nos emprestaram dinheiro se nós reconhecermos que não temos dinheiro para pagar?
É pouco. O euro é uma moeda ditada pelos ricos para extrair dinheiro aos pobres. Cria uma independência insolúvel: a dos criados que pedem dinheiro emprestado aos patrões, sabendo ambas as partes que nunca se conseguirá pagar. O nosso poder, mais do que não pagar, é não pedir e não precisar de depender. Nós somos Portugal e, sem independência, não somos (quase) nada. É fácil."

Miguel esteves cardoso.

NY

sábado, setembro 17, 2011

scene do rocketman.



acho que todos os gajos percebem o quanto isto deve ser dificil.

mas tem sempre de ser feito.

um gajo tem de se libertar de uma vez por todas.

quarta-feira, setembro 14, 2011

cores e abraços



sabe-me a abraços. a um encontro. um encontro daqueles que vemos a pessoa a vir la ao fundo no jardim, caminhando um até ao outro.
como se fosse um reencontro. olham-se, e abraçam-se simplesmente.
bem sabem que lá no fundo ainda acredito na magia, mas hoje esta musica fez-me sentir isto.
(ouçam o novo album de beirut)
amo estes sentimentos, estas sensaçoes estas maos dadas, este vento e estas cores ao fundo. sou um gajo romantico é verdade. confesso. um dia hei-de ter uma coisa assim. sentir ali um batimento do outro lado que me inunda de calor.
sabe-me a abraços.
saudades de abraços.
o sol continua e há muita estrada pela frente.

enfim, está calor, vou sair para a rua.


Tout s'en va, tout se meurt
Tu ne crois plus à notre bonheur
Et tu deviens sans raison ni cause
Nerveuse et morose, Rose, Rose

Rose, Rose, ah oui! je me souviens
J'avais quoi, dix-sept ans, toi peux être un peu moins
Quand tu séchais les cours et venais le matin
Pour m'apporter ton coeur comme un bouton de rose
Rose, rose, amour de mon passé
Quand tu venais me voir dans ma chambre au grenier
Je trouvais que ta peau sentait le foin mouillé
Et quand je t'embrassais... mais ça c'est autre chose

Tout s'en va, tout se meurt
Tu veux fermer ta porte à mon coeur
J'entends déjà le vent qui se lève
Pour chasser mes rêves, Eve, Eve

Eve, Eve encore un souvenir
Qui m'a brûlé le coeur avant que de faiblir
J'ai cru devenir fou, j'ai voulu en mourir
Mais le temps guérit tout, un jour sans crier gare
Eve, Eve à mordre follement
Dans le fruit de l'amour, on se brise les dents
Si tu m'as fait du mal j'ai conservé pourtant
Le souvenir des jours... je crois que je m'égare

Tout s'en va, tout se meurt
Je sens qu'en moi s'installe la peur
Tu as déjà bouclé ta valise
Et je réalise, Lise, lise

Lise, Lise ou es-tu aujourd'hui
Toi qui mourrais le jour pour renaître la nuit
Toi qui marchais pieds nus en rêvant sous a pluie
Abhorrant le soleil mais adorant la neige
Lise, Lise et tes cheveux mouvants
Fantasque, inattendue, mi-femme et mi-enfant,
Qui tombais dans mes bras parfois en sanglotant
Ou en riant très fort... voyons ou en étais-je?

Tout s'en va, tout ce meurt
Je ne suis plus qu'une ombre dans ton coeur
Et je vois bien qu'en toi tout s'apprête
Pour d'autres conquêtes... Kate, Kate

Kate, Kate à l'accent que j'aimais
Qui malgré ses efforts lorsqu'elle s'exprimait
Ne pouvais s'empêcher d'écorcher le français
Qui bien qu'étant anglaise était pourtant d'argile
Kate, Kate avait mille trésors
Et des taches de rouille agrémentaient son corps
Comme si ses parents l'avait laissée dehors
Trop longtemps sous la pluie... le bonheur fragile

Tout s'en va, tout se meurt
Mais le printemps reviens vainqueur
Les bras chargés de rêves et de fleurs
Et sèche nos pleurs
Et sème en nos coeurs
Ses grains de folie
Ainsi va la vie

segunda-feira, setembro 12, 2011

Boa semana!!!









estes tragicos folk's.

sábado, setembro 10, 2011

sexta-feira, setembro 09, 2011

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