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segunda-feira, abril 28, 2008

ZeitGeist (imperdível)




"Zeitgeist é um termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época. A pronúncia alemã da palavra é tzaitgaist, de acordo com o Dicionário Escolar Michaelis de Alemão."

O conceito de espírito do tempo denota a Johann Gottfried Herder e outros românticos alemães, mas é melhor conhecido no livro Filosofia da História de Hegel. Em 1769, Herder escreveu uma crítica ao trabalho Genius seculi do filólogo Christian Adolph Klotz (Artigo na Wiki alemã), introduzindo a palavra Zeitgeist como uma tradução de genius seculi (Latim: genius - "espírito guardião" e saeculi - "do século"). Os alemães românticos, tentados normalmente à redução filosófica do passado às essências, trataram de construir o "espírito do tempo" como um argumento histórico de sua defesa intelectual.


Zeitgeist é o nome de um documentário que fala essencialmente sobre política, terrorismo e religião. Foi feito sem fins lucrativos sendo o seu único propósito a tentativa de fazer com que as pessoas passem a olhar para o mundo de uma forma mais crítica e questionem coisas que são actualmente tidas como "verdades absolutas" por uma grande maioria da população.

Nest Link Podem ver o documentário.

http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024





de facto 2




Nas relações amorosas o único sentimento que não funciona é o da piedade. Quando é o caso de que se devesse manifestar, o que surge não é a piedade mas o asco ou a irritação. Eis porque em relação alguma se é tão cruel. Todos os sentimentos têm o seu contraponto. Excluída a piedade, a crueldade não o tem. Por experiência se pode saber quanto se sofre quando não se é amado. Mas isso de nada vale quando se não ama quem nos ama: é-se de pedra e implacável. Decerto, tudo se pode pedir e obter. Excepto que nos amem, porque nenhum sentir depende da nossa vontade. Mas só no amor se é intolerante e cruel. Porque mostar amor a quem nos não ama rebaixa-nos a um nível de degradação. E a degradação só nos dá lástima e repulsa. A única possibilidade de se ser amado por quem nos não ama é parecer que se não ama. Então não se desce e assim o outro não sobe. E então, porque não sobe, ele tem menos apreço por si, ou seja, mais apreço pelo amante. O jogo do amor é um jogo de forças. Quanto mais se ama mais fraco se é. E em todas as situações a compaixão tem um limite. Abaixo de um certo grau a compaixão acaba e a repugnância começa. Assim, quanto mais se ama mais se baixa na escala para quem ao amor não corresponde.

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 3'

domingo, abril 13, 2008

tá quase..

grande memoria!!!

comecei


ONTEM COMECEI
[Heiner Müller - Adolfo Luxúria Canibal / António Rafael]

ONTEM COMECEI
A matar-te meu amor
Agora amo
O teu cadáver
Quando eu estiver morto
O meu pó gritará por ti.

sábado, abril 12, 2008

gumes parte 5

o Inventor, anos 80. (a moda do Joao Grande deve-me pegar)

mais uma vez


How many times,
I wake up at night,
Feeling so scared,
So why cannot find,
So why cannot find,
The true love of mine.

How many times,
I waited to share,
This kind of feelings,
But you were not there,
So I cannot find,
The true love of mine.

How many tears,
Fell down from my eyes,
How many fears,
Grew up in my mind,
So I cannot find,
The true love of mine.

How many times,
I waited to share,
This kind of feelings,
But you were not there,
So I cannot find,
The true love of mine.

I wish you could see,
I wish you could feel,
I wish you could be,
I wish you could be,
The true love of mine.

I wish you could see,
I wish you could feel,
I wish you could be,
I wish you could be,
The true love of mine.

How many times,
I wake up at night,
Feeling so scared,
So why cannot find,
So why cannot find,
The true love of mine.

How many times,
I waited to share,
This kind of feelings,
But you were not there,
So I cannot find,
The true love of mine.

How many times,
I waited to share,
This kind of feelings,
But you were not there,
So I cannot find,
The true love of mine.

I can't take it anymore,
I can't take it anymore,
I ll not have you anymore,
I can't take it anymore,
I can't take it anymore,
I can't take it anymore...
I'll not have YOU anymore...
I can't take it anymore...
Anymore...
Anymore...

The Gift.

O' Sailor By Fiona

Istambul 02.45





29-10-2005
Istambul 02.45 da manhã
Istambul, 2.45 da manhã. O ininteligível vozear da turba multicolorida do Grande Bazaar, na sua azáfama mercantil, e o insistente zumbido provocado pela amálgama de apitos e motores dos veículos a cruzarem a ponte Galata, deram lugar à quietude. Da janela do quarto avista-se o porto e as milhentas luzes dos navios ancorados; a cidade mergulha em socalcos até ao Bósforo, com os minaretes das mesquitas a riscarem o céu. Está um calor infernal, abafado. Uma ligeira aragem transporta uma longínqua canção árabe, que entra pelo quarto na sua hipnótica languidez... De repente, um grito!

Istambul, 2.45 da manhã. Omar está a dormir, um braço dependurado para fora do leito. Era o que ele, Mustafá, devia estar a fazer. Mas o maldito calor e a excitação em que se encontra impedem-no de adormecer. Até ao momento, tudo correra bem - já tinham a loira que o Emir Alif Keita encomendara e, a julgar pela amostra, ele ia ficar satisfeito. No entanto, não conseguia deixar de se preocupar com o dia seguinte, com a longa jornada de Istambul até ao Emirato - mais uma vez, pôs-se a rever mentalmente o percurso, sobretudo as partes mais complicadas como a passagem para o Irão ou a tomada do barco em Linga. Mas, com a ajuda de Alá, havia de correr tudo bem. Reconfortado por este pensamento, Mustafá começa a ceder ao cansaço, os olhos a fecharem, a cabeça a pender... De repente, um grito!

Istambul, 2.45 da manhã. Não entendia como pudera acompanhar tão facilmente os dois turcos que conhecera no jardim da universidade. É verdade que se sentia particularmente excitada, depois de uma manhã de compras com todas aquelas mãos que aproveitavam para a afagar enquanto a ajudavam a provar uma peça de roupa ou um artefacto de joalheria, mas isso não explicava a leviandade com que os seguira. Tinha sido bom, é certo, mas devia ter-se precavido, avisado alguém - qualquer coisa menos ter ido como fora. Agora, aprisionada, sem saber o que querem dela ou o que lhe poderá acontecer, não há ninguém para dar pela sua falta. Mesmo que do hotel participem o seu desaparecimento, não deixou qualquer pista que permita encontrá-la. Está entregue a si própria. E o raio das cordas que estão tão bem apertadas... De repente, um grito! O seu grito.
by Adolfo Luxuria Canibal

by Celyn Morag


11-09-2005
Se eu acreditasse no Amor esperava por ti... mas a vida já me foi cruel demais para que me permita continuar a acreditar em frases rebuscadas e falsas promessas de que um dia tudo será diferente... Se eu acreditasse no Amor seria como nos livros de historias da nossa infância, viveriamos felizes para sempre e nunca seria meia-noite para que tudo se voltasse a transformar. Se eu ainda acreditasse no Amor até podiamos ser almas gémeas porque quem acredita no Amor está convencido que elas existem. Mas o Amor não existe... é apenas um grave distúrbio mental!
posted by Celyn_Morag
(ja ha mt tempo)

quando puedas

http://www.youtube.com/watch?v=dnVEh5bUJmM

o "embeded" nao deu porque o espanhol nao deixou.lol..

arrastando o seu cadáver.

grande memoria

pagan poetry



Pedalling through
The dark currents
I find
An accurate copy
A blueprint
Of the pleasure
In me

Swirling black lilies totally ripe
A secret code carved
Swirling black lilies totally ripe
A secret code carved

He offers
A handshake
Crooked
Five fingers
They form a pattern
Yet to be matched

On the surface simplicity
But the darkest pit in me
It's pagan poetry
Pagan poetry

Morsecoding signals (signals)
They pulsate (wake me up) and wake me up
(pulsate) from my hibernating

On the surface simplicity
Swirling black lilies totally ripe
But the darkest pit in me
It's pagan poetry
Swirling black lilies totally ripe
Pagan poetry

Swirling black lilies totally ripe

I love him, I love him
I love him, I love him
I love him, I love him
I love him, I love him
She loves him, she loves him

This time
She loves him, she loves him
I'm gonna keep it to myself
She loves him, she loves him
She loves him, she loves him
This time
I'm gonna keep me all to myself
She loves him, she loves him
And he makes me want to hurt myself again
She loves him, she loves him
She loves him, she loves him
And he makes my want to hand myself over

sem balanço




como seria estar na guerra?!...pergunto-me,sempre tive essa curiosidade,a nossa guerra,para quem pensa que foi tão longe,para quem pensa que foi no tempo dos afonsos e dos mouros,nao! Aquela da guiné, do calor,do mato,das minas,da perspectiva de estar com a morte á frente. Afinal,é a criação mais antiga do homem. "A guerra" como um Prof.meu disse e bem. Desde que o Pré-historico A, acho que secalhar bom mesmo era ter uma gruta e aquela arvore junto ao lago..e lá foi falar com o Pré-historico B. Isto nao terá importancia nem mt interesse,mas falo deste instinto humano,de ambição,de vontades,de comandos,de ordens,de estrategias..afinal a guerra nao se joga apenas na savana,joga-se na cidade,no semáforo,no trabalho,no amor,no desejo,em tudo.. nao sei o que fizemos para ter isto.Instinto bastardo este.
como seria ter a vida ali á frente,ter a vida sem balanço,estarmos sem possibilidade de voltar ali naquele instante.de termos de enfrentar fosse o que fosse sem poder virar a cara e zarpar. Por vezes dou por mim nessa mesma guerra,"só" como me deixaram,com um contraste que me separa do mundo que me foge das mãos.Quero agarra-lo,de verdade mas sinto que tudo está sem balanço,tudo muito turvo(que merda de texto senhores),e nada posso fazer.


http://www.koyaanisqatsi.org/
recomendo a todos..

let down



Transport, motorways and tramlines
Starting and then stopping
Taking off and landing
The emptiest of feelings
Disappointed people clinging on to bottles
And when it comes it's so so disappointing

Let down and hanging around
Crushed like a bug in the ground
Let down and hanging around

Shell smashed, juices flowing
Wings twitch, legs are going
Don't get sentimental
It always ends up drivel

One day I'm going to grow wings
A chemical reaction
Hysterical and useless
Hysterical and ...

Let down and hanging around
Crushed like a bug in the ground
Let down and hanging around

Let down again
Let down again
Let down again

You know, you know where you are with
You know where you are with
Floor collapsing
Floating, bouncing back
And one day....
I am going to grow wings
A chemical reaction
Hysterical and useless
Hysterical and...

Let down and hanging around
Crushed like a bug in the ground
Let down and hanging around.

de quoi


Où sont les nuits formidables qui nous ont promis le ciel?
Où est donc cet amour qu'on croyait eternel?
Où est ta bouche de fraise et de miel?
Dans mes rêves circuit-télé
Parmi la pub, les films et les concours
Je trouve tes lèvres qui murmurent
De quoi tu parles quand tu parles d'amour?
À cent vingt à l'heure contre un arbre
Au vertige des nuages qui courent
J'écoute les cris de ta voix de velours
De quoi tu parles quand tu parles d'amour?
De quoi tu parles quand tu parles d'amour?

adolfo luxuria canibal

quinta-feira, abril 10, 2008

daqueles que ficam na vida.

ja teve um certo tempo,mas pelos vistos mantem-se actual.


09-09-2005
Sem sentido,ou com sentido?

estranho,por vezes parece que uma simples musica pode dar alento para seja o que fôr,outras para sermos os maiores derrotistas de todo o sempre.Parece que ha forças para lutar contra tudo e todos,ou então que preciso de ficar bem quieto para ninguem me vêr.nao seria mais facil se houvesse uma total indiferença perante tudo e todos?!..certamente era tudo mais simples,as noites eram bem passadas,os sonhos simplesmente nao existiriam,sim porque afianl ainda nao percebi para que servem.deitamo-nos sempre a pensar em algo que gostavamos que acontecesse,sonhamos com medos,temores,ansiedades,desejos,vontades,e acaba por nao dar em nada.Intuições?!sim talvez mas quase sempre de nada valem,"apenas" para nos dar mais certezas sobre o que pensamos.Não entendo mesmo como é que será possivel ficarmos retidos a um sonho que apenas nos serve para dar um objectivo a atingir,e digo isto porque devo ser dos mais sonhadores/utópicos que andam por aí,que humilde que eu estou hoje.Sim,afinal de que valem?Não seria mais facil se ficassemos completamente insensiveis a sonhos,a vontades exacerbadas que nos percorrem o corpo,quando depois acordamos com um estalo de realidade que só nos chama á razão.Talvez o frenesim da loucura possa dar alguma resposta,sentirmos as hormonas a fervilhar com tudo o que sentimos..de bom,porque de mau,era bem melhor se nao existissem.
Bem,ja tou a fugir a todos os assuntos que queria falar.(Nota1:Calcular melhor onde quero chegar)
Mas porque é que ha uma vontade estupida de tocar no infinito?porque é que ha uma vontade de chegar onde nunca se chegou?porque é que tenho de saborear a frescura dos segredos infindáveis?não entendo.Será que todos somos assim?será que só alguns têm tanto medo de falar nisso,ou será que o mundo inteiro por descobrir nao chega?...á pouco falavasse lá por cima em "compras,relogios,noites,trocas de opiniões de lojas..." estupido nao é?!qual será a solução?ser elitista com as pessoas?passar horas a olhar para a mancha da parede e pensar na sua essencia...ESTUPIDA?..Acho que é errado caírmos nos dois casos,ficarmos sem controlo do que falamos porque os outros falam disso mesmo.Mas assim é o acaso que governa,e em mim o Acaso nunca irá mandar.Não podemos ser os mais utópicos de todos os seres,mas não podemos cair na vulgaridade estupida e sem sentido.O chamado "ponto de equilibrio" deve ser a solução,ainda que nao o tenha encontrado,acho que isso será a solução para tudo.Alto!!!ponto de equilibrio para a vida?isso é possivel?então e as "coisas" que nao se explicam,as intuições,o que se vê a olhos vistos mesmo sem conhecimento de causa?!nao podemos cair assim num pragmatismo insensivel(como eu adoro contradizer-me),fico confuso com tudo isto,pudera com um texto tão mau deve ser natural.
O que fazer afinal?!viver o dia-a-dia sem razão e sem objectivos?!limitar-me ao pragmatismo dos factos e remeter-me a uma formula ou a uma matriz de viver?largar tudo e ir viver para o NADA.Fugir de tudo,pegar na viola e ir tocar para outra freguesia.Andar á boleia,trabalhar para comer,conhecer quando preciso,escrever quando nao ha razao para tal.Fazer tudo ao contrário,sim porque assim nao temos desculpa,se fazemos tudo como deve ser as coisas morrem logo ali,se ficamos sempre como mandam as "regras" ficamos logo limitados e dali ja sabemos que não saímos,se fazemos o que nos passa pelo SuperEgo acabamos por perder alguem.Estupido..
Digo por vezes que o Antero é que tinha razão.Porque?!Deu dois tiros e matou-se.
01.10

de facto,



"Devemos comportar-nos com os nossos amigos do mesmo modo que gostaríamos que eles se comportassem connosco"


Aristóteles


receita.


receita para... seja o que for, o resultado será o mesmo.


21-08-2005
de uma vez por todas.
Black, No Surprises,Paranoid Android,Free Love, Idioteque,Fade Out(again),Let it down,I might be wrong,Walking in my shoes,Fistfull of love,What can I do,No ordinary Love ...



16-08-2005
eu
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!

"Cantico Negro" de José Régio


Cansamo-nos de pensar.
Isto deverá ser para quem o entende.
Cansamo-nos de tudo, excepto de compreender. O sentido da frase é por vezes difícil de atingir. Cansamo-nos de pensar para chegar a uma conclusão, porque quanto mais se pensa, mais se analisa, mais se distingue, menos se chega a uma conclusão.Caímos então naquele estado de inércia em que o mais que queremos é compreender bem o que é exposto - uma atitude estética, pois que queremos compreender sem nos interessar, sem que nos importe que o compreendido seja ou não verdadeiro, sem que vejamos mais no que compreendemos senão a forma exacta como foi exposto, a posição de beleza racional que tem para nós.Cansamo-nos de pensar, de ter opiniões nossas, de querer pensar para agir. Não nos cansamos, porém, de ter, ainda que transitoriamente, as opiniões alheias, para o único fim de sentir o seu influxo e não seguir o seu impulso.
Fernando Pessoa, in "Livro do Desassossego"
10-05-2005
A que propósito?
Realmente nunca percebi muito bem o porquê de tantos blog's surgirem assim do nada,sinceramente sempre achei que era uma atitude muito pouco sensata,onde falavamos da nossa vidinha inútil e estupidamente feliz,mas pelo que apercebi ha quem os saiba usar,para de alguma forma falarem do que lhes vai na alma,mas isto para quem a tem..por isso,quero anunciar que o que aqui fôr escrito será compreendido por muito poucos.
Assim,quero apenas dizer que quem quer que vá lêr isto,que saiba que não será mais que um pequeno "Desabafo do Desassossego" que se me insurge..
Aos poucos que respeito,aos poucos que admiro,o meu bem haja pela vossa existência.

quarta-feira, abril 09, 2008

Passagem...ou o renascer.


Este será o primeiro post de um breve espaço onde passarei a dizer tais metáforas e tais tons fora de toda a correlação.nada mais.o outro..?!..



a ver.
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