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terça-feira, fevereiro 28, 2012

.... sem querer cair na ingratidão.

...sente-se tal e qual.
...não querendo sonhar, pensa-se sempre.
dias onde se vê o infinito, mas ao mesmo tempo estou colado ao chão.
...este nunca me vai falhar. e até ao sempre irei pensar nele.
... o pessoal anda mais distanciado.
...novos estilos.
.... em piloto automatico por vezes.
...beth/rest bon iver.
...passam e passam.
...já fui até consumar a nova mudança.
...tenho escrito menos..
..."a dama do sinal" ornatos.
restam-me as máquinas.

Marcos Willian Fotógrafo






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Magritte, OBVIOUS, dissertação sobre O EU e o AMOR.

Agora entendo porque tanta questão estranha me trazia a pintura.
Achei que era imperativo partilhar tal dissertação.




Os Amantes

Eu creio que uma leitura contemporânea - e fadada ao desprezo do próprio René Magritte, afinal, seria uma leitura onde nem os métodos (no sentido filosófico, ou seja, desprezando o contexto histórico e os objetivos da obra como crítica e expressão social) do autor seriam respeitados - pode ser feita na obra Os Amantes, de 1928. Se uma obra é imortal, ela o é por representar uma situação eterna, cristalizada, ou por poder ser lida conforme novas coordenadas e ainda assim, ter uma mensagem para expor.

Por isso eu creio que esse quadro pode ser a expressão da falta de comunicação na ilusão da própria comunicação, a conexão da modernidade líquida contrapondo a relação das velhas sociedades ditas lentas, baseada numa responsabilidade mútua. Pois, notem, apesar do quadro mostrar um casal se beijando, o beijo, a relação firmada, é interrompida (até mesmo evitada, pode-se dizer) pelos sacos na cabeça de cada amante. São amantes líquidos. Amantes que não querem o obstáculo do outro para obstruir seus rios tão ávidos por movimento.

Em nossa sociedade dita pós-moderna, todos os entraves que possam, de alguma forma, interromper a maneira individual de se gozar a vida, precisam ser evitados. A insegurança em não entender a complexidade do outro e a incapacidade de, simplesmente, não destruir sua alteridade, a descartando como refugo da sociabilidade, favorece às formas superficiais de relacionamento, onde o termo conexão é muito bem colocado por Bauman, afinal, nada mais fácil e livre de qualquer culpa e responsabilidade do que se desconectar – quebrar um laço já frágil.

É aqui que Durkheim entra, já que sua interpretação/leitura/método sociológico, onde, quanto maior a divisão do trabalho em uma dada sociedade, maior a autonomia das consciências individuais em relação à consciência coletiva (esta, por sua vez, é a esfera onde as consciências individuais se aglutinam em valores e normas, assim como em expectativas e em toda simbolização social, formando uma realidade sui generis.

Por definição, todo humano é duo: é individual/físico (para usar o termo de Durkheim) e social, ou seja, tem certas ações e pensamentos seus, que destoam da sociedade e de suas regras gerais, mas também tem outros que são assimilados pela vida em sociedade, por coerção social, em aparelhos estatais ideológicos e repressivos, utilizando a definição de Althusser, como a escola, a religião e o direito. O que acontece quando estas normas não são fortes ou regularizadas, nem mesmo rigidamente aplicadas pelo aparelho estatal? Um estado de desordem toma conta da sociedade. Para este estado, Durkheim deu o nome de anomia.

Eu diria que a modernidade líquida é um estado anômico e extremamente individualista. As normas básicas do cotidiano são subjetivadas até serem regras do eu e fundadas através da arbitrariedade do próprio eu. Essa é a pura desordem. É assim, então, que raciocínios de auto-valorização exacerbada são considerados normais e até incentivados à reprodução – um famoso é o “já me dei muito mal ajudando os outros, hoje eu penso em mim, depois vejo se sobra algo pros outros”. Óbvio que a solução não está em uma falsa solidariedade filantrópica, mas este tipo de argumentação é revelador quando levado em consideração todo o contexto em que ele é emitido.

Rousseau, no Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens e no Contrato Social, já traduz essa forma egoísta de vida individual, conceituando o amor-de-si e o amor-próprio, onde o último é a forma individualista de dar valor a si próprio sem entender que a vida em sociedade é mais que a realização cega dos próprios objetivos, enquanto o primeiro é a consciência do eu, o instinto de sobrevivência básico e primitivo do ser humano. Nesta perspectiva, o amor-próprio surge na vida em sociedade, porém é um mal à ela, pois este amor exalta o eu em detrimento do interesse geral, unificado, da sociedade.

O inferno, desta forma, realmente são os outros, eles realmente são o empecilho em nossas realizações pessoais (enquanto imersos em amor-próprio rousseauniano) e neste ponto o quando se faz novamente atual. A falta da visão, do olfato e até mesmo do contato entre a boca (simbolizando a real ausência de um relacionamento) não anula um beijo, mas permite que ambos estejam livres para experimentar o máximo de não bocas que puderem (em nossa sociedade hedonista/consumista, gozar é imperativo, gozar é superego), quando a qualidade é diminuta, a quantidade tenta tomar o espaço que sobra. A barreira entre a relação permite esta ser substituída pela conexão e, mais importante, pela desconexão, quantas vezes for o desejo.


Vinicius Siqueira

obs: eu iria comentar algo. mas não é preciso.

historiazinha... by GQ


Part 1: Fifty-one Deaths
A little before five o'clock on the evening of October 18, 2011, as the day began to ebb away, a retired schoolteacher named Sam Kopchak left the home he shared with his 84-year-old mother and headed into the paddock behind their house to attend to the horse he'd bought nine days earlier. Red, a half-Arabian pinto, was acting skittish and had moved toward the far corner of the field. On the other side of the flimsy fence separating them from his neighbor Terry Thompson's property, Kopchak noticed that Thompson's horses seemed even more agitated. They were circling, and in the center of their troubled orbit there was some kind of dark shape. Only when the shape broke out of the circle could Kopchak see that it was a black bear.

checkem esta mega historia

nota: se algum dia forem ao quintal, e virem um Leão lá deitado, finjam que ele não existe. e vão á vossa vida.

preciso de..


dançar..(tambem no meu dia de anos será sabado e já nao falta assim tao pouco..)
comprar um polo igual a este e umas calças idem..(mas conjugar as calças com os meus NB novos)
look verão... menos os ténis que sou da margem sul.

rooftop pois esse mundo fora.
dar aqueles megulhos bem altos..
calorzinho bom.
pessoas novas..
classe é classe...
dormir e espreguiçar..
o vermelho da natalia é top..
penelopes com fartura para todos nós.

muitas das fotos vieram do "edeuscriouamulher".

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

good







topo.

fez ontem 25 anos que um ícone morreu.

mentira.

Homens como este nao morrem.



http://lounge.obviousmag.org/tudo_acaba_em_cancoes/2012/02/-zeca-afonso-25-anos-de-saudades.html
http://lounge.obviousmag.org/tudo_acaba_em_cancoes/2012/02/-zeca-afonso-25-anos-de-saudades.html
http://lounge.obviousmag.org/tudo_acaba_em_cancoes/2012/02/-zeca-afonso-25-anos-de-saudades.html

"25 anos de saudades".

memo.

Parece-me que nos dias de hoje, nós estamos a reviver os bons ícones, a aprender uns com os outros, os bons exemplos. Mesmo ficticios, a onda do vintage do paul newman, do Mcqueen, do clint,Dean, Redford, até mesmo o Don Draper, e outros tantos...estão-nos a tornar melhores e com uma atitude bem mais "cool"...

Elas nao, cada dia que passa mais cabras estão. Umas para as outras, e tão-se a tornar muito más...bestas mesmo.

Agora no Carnaval entao deu mesmo para tirarem a máscara.. de verdade, do ponto de vista racional de um crápula com bom coração.

obs: nao vale a pena dizerem ou pensarem, "nao generalizes meu..." que é verdade.

Se desde os anos 90 que nós andavamos a perder algum "guts"/atitude/coolness... voces hj estão umas atrasadas mentais pessunhentas. e perdem o "self respect" quase todo.

e sim, safei-me como tem de ser em todo o santo carnaval.

musica do dia.



coisas doces dadas à boca.
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