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sexta-feira, agosto 28, 2009

Sêr/Ser Vindímico.






Ora venho desta forma tentar apresentar aos demais o que é uma pessoa das Vindimas. Nao de umas vindimas ditas no sentido real da coisa,mas mais propriamente nas grandiosas Festas das Vindimas.
http://www.festadasvindimas.org
Ora nestes dias,que calha sempre no primeiro fim de semana de Setembro,ja fazem uns bons anos,cerca de 40 e tal edições, perdoem-me os meus conterraneos palmelões por tal infamia da minha parte,mas aqui nao é isso que importa.
Importa sim é o Modus Vivendi.
Ora pois aquando do inicio das festas,mais concretamente terça-feira á noite,(este ano pela primeira vez as Festas têm mais um dia),na abertura do Barril,uma "tasca" que é do neto do Cardoso,que só abre na altura das festas,é nessa noite a eleiçao da Rainha e começam assim as festividades. Dias antes ha sempre jantaress,aniversários,agendas repletas de churrascos,musicas pimba,Galé,Férias,Galapinhos,o que dá uma certa bagagem e tempo util reduzido quando se chega aos 8 dias de Festa.
Este ano será ainda mais complexo devido ás mil celebraçoes que estao a acontecer,mas....entrando assim no cerne da questao,aqui vai.
Ninguem mexe no carro,ninguem combina cafés,pensa em grandes desvios por outras bandas,acorda-se de manha,combina-se um almoço la para as 14/15h e vai-se á Festa..
é a altura do ano(bem como o Carnaval)que se volta a ver os amigos que nao vemos ha 4 ou mais anos,ou aquelas pessoas que deixamos de falar por razao alguma,e la se vai conversando mais um pouco sobre o que tem acontecido connosco.
Nestes dias pouco se liga ao telemovel,anda-se muito a pé,bebe-se um pouco(vá..),dança-se muito,concertos,provas de Vinho,provas de Queijos,escuta-se o boato do ano,dá-se abraços,janta-se aqui e ali,gasta-se demasiado dinheiro,mas Palmelão que é Palmelao diz sempre"Dinheire na é problema,é soluçao!"nao no sentido que aqui toda a gente seja rica ou assim parecido,mas que importa mesmo é a Festa,é o estar com os amigos,é o bailarico,é o jantar,é o moscatel a mais que se pede e nem sabemos quem o vai beber,é o ir para a Festa e ficar na mesma barra a beber vinho desde as 15h, ir a casa ás 19h tomar banho,vestir uma coisa mais quente e ir prá Festa novamente.
É rir demasiado,é estar frente ao barril e decidir quem sao as revelaçoes do ano,quem é que está diferente,é uma pequena grande vila onde "as coisas acontecem e ninguem SABEM quem são".
é ter mil pessoas de todo o lado,as primas,os primos,destes e aqueles,é comer a bela da fogaça,é bailar até a GNR dizer que nao dá mais,é acabar a musica nesse dia e ir ao falecido BDV ou ao Laurindu's, cuja viagem tem sempre pelo caminho "n" peripécias,conversas,risos,abraços e coisas que no outro dia é que uma pessoa se lembra. Depois..ha sempre o pequeno-almoço no largo da feira,(tal como é no Carnaval),onde a decadencia de facto ja é alguma mas só os "duros" lá vao..tudo muito calado,ou entao nao, a comer kelkr coisa para reconfortar o estomago,ir para casa a pé,sozinho,presumo que seja comum a qualquer palmelao que algo acontece no cérebro e diz"vai pra casa pa..."la vamos nós,tomar um banho,dormir,e ás 15..ou mais,vai-se almoçar qualquer coisinha.
De facto nem tudo é cíclico pois só algumas noites duram até ás 9 da manha,sendo que sabado e terça sao as mais "fortes",no entanto, vale tudo.
Pessoalmente,e afirmo aqui publicamente que ando semrpe em modo vindimas nestes dias,nao penso em cafés, cinemas,carro,trabalho(ou nao),é algo que se sente um real sentimento de pertença,para quem esteja a ler isto e more num dormitório qualquer por esse mundo fora,é capaz de nao ter a minima noçao da Energia Positiva que ha por estes dias nesta Vila de Palmela. Mas aqui deixo uma justificaçao aos que sao de fora,que tenham amigos e amigas desta terra, e se interroguem,mas "porque"?!..
nao ha tempo nem paciencia para mais nada,todas estas Festas das Vindimas nos invadem por completo,é tudo tao imenso e intenso que queremos abraçao tudo que possa acontecer por completo,daí...o sêr/ser vindímico tenha muito que se lhe diga.
Faltam-me mil exemplo,situaçoes,pessoas,momentos,tal como o fantástico cortejo(tal como se fazia na antiga Roma) onde anualmente ha uma apresentaçao,as pessoas da terra trajam nos carros alegóricos,comprimentam os demais,quer conheçam ou nao,dao-se uvas,sorrisos,acenos,festas,batem-se palmas e tenta-se dar por momentos um pouco do que esta zona e como é esta Vila.
um grande abraço a todos,desculpem pelo que me faltou dizer,pelo que nao consegui transmitir,mas como dizia Marshal Mcluhan "o meio é a mensagem", se querem saber como é..Venham!!!!
Eu sou de Palmela,e sinto-me vaidoso,orgulhoso,e responsável pelo que isso acarreta.
PALMELA!!!!!!!

quinta-feira, agosto 27, 2009

quem será o pai da criança?! o Novo Hit do momento!Preparem-se!!



ja cheira a vindimas, e todos a cantar"quem será o pai da criança?!eu sei lá eu sei lá sei lá!!"
uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu Bálhao hardcore!!!

INGLORIOUS BASTERDS(ALTAMENTE RECOMENDÁVEL)


http://www.apple.com/trailers/weinstein/inglouriousbasterds/


O registo é clássico e musculado, a saga também. Divide-se em capítulos, tem ambição literária. Assim mesmo, "Inglourious" com "u" e "Basterds" com "e", à americana, com erros gramaticais no título original.

"Sacanas sem Lei" é falado em francês, inglês, alemão e, lá para o fim, em italiano. Mistura actores de várias nacionalidades. Não há aqui espaço para a experimentação de "À Prova de Morte", penúltimo filme de Tarantino - o tom agora é diferente, mais sério, foi-se a histeria do génio.

"Sacanas sem Lei" foi feito por um cineasta todo-o-terreno que não tem medo dos géneros: e, embora sejam de western-spaghetti os ambientes iniciais, tudo se torna sóbrio a partir daí. Depois, abre-se as portas a um filme de vingança em que o cinema é uma arma de arremesso, e é com o cinema que Quentin Tarantino vai à guerra, ou seja: "Sacanas sem Lei" - é isto que queremos sublinhar - é um filme sobre o cinema.

Talvez nem seja o mais belo de Quentin; não é, de todo, o mais siderante que realizou; mas parece-nos, desde a estreia de Cannes, que é o seu filme mais importante.

A inspiração veio de um série B italiano dos anos 70, "Quel Maledetto Treno Blindato", de Enzo Castelari - mas "Sacanas sem Lei" não é um remake.

Tarantino inventou um grupo de mercenários judeus. Durante a II Guerra Mundial, eles vêm dos EUA para a Europa com uma missão: chacinar nazis na França ocupada. O grupo é liderado pelo americano Aldo Raine (Brad Pitt), um 'apache' já com uma série de escalpes nazis no currículo. Ou seja: Quentin Tarantino não vinga só os judeus, consegue também arranjar maneira de vingar os índios.

A Aldo Raine junta-se uma banda de poliglotas e até uma estrela do cinema alemão, Bridget von Hammersmark (Diane Kruger), que passou para o outro campo e colabora agora com a Resistência. Há ainda Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), uma judia francesa que sobreviveu por um triz aos nazis e, três anos depois, dirige uma sala de cinema em Paris sob nome falso.

Acontece que essa sala, fruto de um acaso, receberá a estreia de um famoso filme de propaganda alemã. A fina-flor nazi vai lá estar, Führer incluído. Shosanna pensa num plano. Um plano cinematográfico que horrorizaria qualquer presidente de Cinemateca. Ela tem em seu poder as bobinas de 350 cópias de filmes em nitrato. E o nitrato, como às tantas se ouve, "arde três vezes mais depressa que o papel".

Mas é mais produtivo ficar num plano teórico do que falar do filme em si, da sua história e da ousadia da sua revelação. De resto, deixamos num outro texto (Os sacanas da Tarantino) uma descrição das personagens e, por elas, a sinopse está feita.

Digamos para já que "Sacanas sem Lei" é um filme que, pela fé de Tarantino no poder do cinema, admite uma versão alternativa da história do século XX. Uma versão para salvar o mundo. Mas há muito de inesperado, sobretudo para quem associa Quentin Tarantino às cenas de acção de "Kill Bill" e "À Prova da Morte", ou seja, a uma assinatura inspirada em violência.

É que se Tarantino é um grande cineasta ainda é melhor argumentista, e desta vez transbordou de talento. E é com palavras - mais uma vez - que a guerra de Quentin é feita, não com rajadas de metralhadora, que, eventualmente, fecham longas sequências de diálogos de 20 minutos.

Em "Sacanas sem Lei", de Quentin Tarantino, o cinema está em todo o lado
Em "Sacanas sem Lei", de Quentin Tarantino, o cinema está em todo o lado

E eles falam, falam, falam... Pelas palavras se salvam, pelas palavras se traem. O prazer da melodia, os sotaques das diferentes línguas, o modo de ser em simultâneo tão inteligente e tão simples e voltar a acreditar na força de um argumento de cinema abençoado: "Sacanas sem Lei", no limite, só fala disto. De uma missão linguística.

Se nos seus filmes anteriores o jogo de Quentin Tarantino era a passagem do verbo à acção, "Sacanas sem Lei" rompe com este jogo dialéctico. Porque já não há passagem, precisamente. O verbo é a acção, tout court. E o essencial está nas diferenças entre uma língua e outra, no prazer das entoações, na proposta, neste sentido, musical que "Sacanas sem Lei" também nos oferece.

Pensamos na história do cinema americano, em todos os filmes de época e de guerra que foram feitos e num cliché que a América se encarregou de construir para o mundo desde que o genial Charlie Chaplin parodiou Hitler em "O Grande Ditador": a figura do nazi.

É uma figura de escárnio. Grosso modo, o nazi é um pobre-diabo que mal abre a boca, interpretado por actores de segunda mais pobres ainda. E se "Sacanas sem Lei" viesse inverter este cliché, este heroísmo made in USA, criando um coronel nazi, Hans Landa (Christoph Waltz), que, por ser poliglota, se torna o pivô de quase todas as sequências? A criação desta personagem sem igual em mais de cem anos de cinema é um gesto de invenção extraordinário.

Mas há mais além do 'tratado linguístico' - há também o cinema. Em "Sacanas sem Lei", ele está em todo o lado: no jogo de cartas que recorda King Kong ou Pola Negri, na personagem de Michael Fassbender, ex-crítico de cinema, na sala de cinema de Shosanna e até no filme de propaganda ("O Orgulho da Nação") que há dentro do filme e nos revela o heroísmo hitleriano da personagem de Daniel Brühl.

Estamos perante uma máquina de matar bandidos, inspirada pela musicalidade infinita do verbo e a variedade dos seus idiomas. Um grande jogo de prazer e de vingança, inflamável como o nitrato, que se arrisca a demonstrar isto - o cinema não é uma arma metafórica, é uma arma literal. E arde como um Marlboro!



Actualização de texto publicado na edição do Expresso de 22 de Agosto de 2009

terça-feira, agosto 25, 2009

"five to one"



Yeah, cmon
Love my girl
She lookin good
Cmon
One more

Five to one, baby
One in five
No one here gets out alive, now
You get yours, baby
Ill get mine
Gonna make it, baby
If we try

The old get old
And the young get stronger
May take a week
And it may take longer
They got the guns
But we got the numbers
Gonna win, yeah
Were takin over
Come on!

Yeah!

Your ballroom days are over, baby
Night is drawing near
Shadows of the evening crawl across the years
Ya walk across the floor with a flower in your hand
Trying to tell me no one understands
Trade in your hours for a handful dimes
Gonna make it, baby, in our prime

Come together one more time
Get together one more time
Get together one more time
Get together, aha
Get together one more time!
Get together one more time!
Get together one more time
Get together one more time
Get together, gotta, get together

Ohhhhhhhh!

Hey, cmon, honey
You wont have along wait for me, baby
Ill be there in just a little while
You see, I gotta go out in this car with these people and...

Get together one more time
Get together one more time
Get together, got to
Get together, got to
Get together, got to
Take you up in my room and...
Hah-hah-hah-hah-hah
Love my girl
She lookin good, lookin real good
Love ya, cmon

Agostosão!ou Agostosona!ou Agostosões!













mas ao mesmo tempo..



desta vez nao vou colocar letra alguma.

"Amanhã"



Boa Semana!!

quinta-feira, agosto 20, 2009

So mais uma dos Crooked Vultures, By Blitz.

hem Crooked Vultures: veja aqui Dave Grohl, Josh Homme e John Paul Jones em estúdio [vídeo]

Trio da pesada continua em contagem decrescente para a edição de um álbum Never Deserved the Future .


O projecto Them Crooked Vultures , que reúne Dave Grohl (Foo Fighters), Josh Homme (Queens of the Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin), divulgou hoje um vídeo no qual se vê o trio de luxo a ensaiar em estúdio - veja o vídeo abaixo.

Os Them Crooked Vulture vão editar a 23 de Outubro o álbum Never Deserved the Future , ainda envolto em total secretismo. Sabe-se do registo que foi gravado em Los Angeles e que "Nobody Loves Me and Neither Do I" é um dos temas nele presente.


segunda-feira, agosto 17, 2009

Madrid parte 1 sem grandes fotos.Ainda.


este fim de semana conheci Madrid, fui numa celebração de um passo muito importante que um amigo vai dar num futuro próximo na companhia de mais 18 amigos..nao vou dizer nada,quase nada,nada de todo.
ficam só algumas palavras.
Festas de Santa Paloma
Musica
Calor
Amigos
Noitadas
Mulheres Lindas
Apaixonei-me umas 10 vezes no minimo
Conheci por alto uma cidade mais concentrada
imensa,mas facil de se conhecer,ficou a curiosidade,a certeza,de que Madrid,Barcelona,me dizem algo mais que eu possa imaginar.
Gosto muito de nós,mas...há por estas terras algo maior que nao sei explicar.
Aconteceu um filme, um enredo de um filme, de um acaso,de uma noite sem explicaçao,de algo maior,de um registo,de um sorriso,de uma amizade,Madrid, ja tem um rosto.

Vou dormir e adormecer a lêr "aquilo".

Boa semana, Boas Energias e muito Positivismo.

sexta-feira, agosto 14, 2009

By Blitz, Radiohead Nova Musica



Nova canção dos Radiohead online [ouça aqui]

Apesar de não confirmado oficialmente pela banda, "These Are My Twisted Words" tem a assinatura vocal de Thom Yorke e sonoridade típica da banda.


Foi hoje divulgada uma nova canção que se acredita ser dos Radiohead . Tudo começou no site não oficial de fãs da banda At Ease , onde foi publicada a seguinte mensagem: "Nova canção divulgada, These Are My Twisted Words". Sem dar mais pistas ou indicações, o post fez com após uma pesquisa fosse encontrado o mp3 da canção " These Are My Twisted Words ", então passado para o YouTube (ouça abaixo).

Apesar de não confirmado oficialmente pela banda, a canção tem vocalizações de Thom Yorke e uma sonoridade facilmente identificável com a da banda. Recorde-se que esta notícia chega apenas dias depois de Thom Yorke ter dito em entrevista que a banda não voltaria a gravar álbuns - sabe-se, no entanto, que os Radiohead estiveram em estúdio recentemente a gravar nova música com o produtor habitual, Nigel Godrich.

"These Are My Twisted Words" aparece na internet alguns dias depois de os Radiohead terem editado digitalmente o tema "H arry Patch (In Memory Of) ", canção tributo ao último veterano britânico da Iª Guerra Mundial, falecido no mês passado. A canção pode ser adquirida por uma libra seguindo este link (com o dinheiro a reverter a favor da Legião Britânica).

quarta-feira, agosto 12, 2009

Alfa Romeo 8C Spider






amigos, 17 de Março. ok?!

Them Crooked Vultures





Basicamente, é o novo mega super hiper grupo que irá tomar conta das nossas almas rebeldes de velocidade,estilo,luxuria,calor,lascívia,ritmo e mil doses de adrenalina.
Josh Homme,Dave Grahl, John Paul Jones.
obs: o Mike Patton não alinhou porque não gosta muito do deserto, e visto que se ia gravar para as "Desert Sessions"...acho mal,mas pronto. O senhor ao fim ao cabo é um comum mortal,embora nao o pareça.



fica só uma leve introdução.



ok.


Agosto rima com...


































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