If you’re reading this, it means I actually worked up the courage to mail it. So good for me. You don’t know me very well, but if you get me started I tend to go on and on about how hard the writing is for me. This is the hardest thing I ever had to write. There is no easy way to say this so I’ll just say it, I met someone. It was an accident. I wasn’t looking for it. I wasn’t on the make. It was a perfect storm. She said one thing and I said another and the next thing I knew I wanted to spend the rest of my life in the middle of that conversation. Now there this feeling in my gut that she might be the one. She is completely nuts in a way that makes me smile, highly neurotic, a great deal of maintenance acquired. She is you Karen, that’s the good news. The bad news is that I don’t know how to be with you right now, and that scares the shit out of me. Because if I am not with you right now I have this feeling we will get lost out there. It’s a big bad world full or twist and turns and people have a way of blinking and missing the moment. The moment that could have changed everything. I don’t know what’s going on with us and I can’t tell why you should waste a leap of faith on the likes of me. But damn you smell good, like home and you make excellent coffee that has to count for something. Call me!
coincidências. hoje falava-se sobre algo que se vê naqueles momentos, em que temos mesmo de ver por nós mesmos. fácil seria a criação de juízos de valor, sinceramente 90% deve ser assim que acaba, mas ainda assim os restantes 10% podem por vezes justificar o que carecia de comprovação. é, porque tinha de ser. não adianta ficar inerte num momento gelado que o mundo não pára. foi o que aconselhei hoje. não adianta ficar de punhos no mármore que ele não quebra tão facilmente. parar com as mãos em fogo emanadas do coração, parar com o ritmo galopante, parar com tudo. mesmo que esse tudo seja um gigante nada. por vezes agarramos a tudo que são tão ocos que nem servem para um abismo de ecos, outras vezes pensamos que um nada é uma forma de nos enganarmos a acreditar num tudo que nos rompe o peito. mas não importa pensar nisso. acreditem. não o façam. acordar com o click ja efectuado, ver com os olhos e não ver com outra forma qualquer.
romper o peito, ao tempo que não pensava em tais palavras.
amem-se. mimem-se. tudo tem a sua justificação, e como alguém me disse hoje, "as pessoas mudam, para melhor, ou para pior." amen
acho que ja tinha deixado a publicidade a este blog.. ainda assim pela certa aqui deixo novamente. é territorio da KIT KAT, e passem por lá para ver o que ela diz. ela vai ao LUX também, logo é religiosa como eu.
parece uma passagem dos dedos de alguem pela nossa nuca, um toque no labio, um olhar bem longínquo pelos nossos olhos, daqueles que se aprofundam da nossa alma. parece um copo de tinto com uma vela e alguem ao piano, parece uma mao dada num jardim com folhas caídas, parece um passeio leve por uma noite de verão, parece um abraço num pic nic de primavera com os raios de sol. parecem grãos de areia nas meias,parecem abraços, parecem noite, ahh....tao bem que sabe isto. sinto-me tão bem. ouçam o que o rapaz Jose James tem por vos dizer :)